Pedro Proença
Exposição "A passagem das Odes"
Obras de Pedro Proença na casa onde nasceu Fernando Pessoa
Lusa

A mostra, que pode ser vista na que é actualmente a sede da sociedade de advogados ABBC, é a primeira de um ciclo de exposições com que a Assírio & Alvim pretendem assinalar os 120 anos do nascimento de Fernando Pessoa (1888-1935), seguindo-se obras de Ilda David e uma colectiva sobre o autor de "Mensagem".
Excertos da entrevista dada à revista Visão (n.º 826):
«Uma das coisas que fiz em 2008, foi capas de livros, nomeadamente a do último de Mia Couto (Venenos de Deus, Remédios do Diabo). Uma outra experiência foi o construir imensas letras para computador, para uso privado. Tem a ver com um desejo meu de trabalhar com a palavra, de fazê-la explodir de uma certa maneira, de criar um burburinho à volta da letra. Foi uma descoberta de que não estava à espera.»
«[A propósito da ilustração da edição especial de A Viagem do Elefante, de Saramago] Digo sempre que demoro mais tempo a ler um livro do que a ilustrá-lo. Para mim, o essencial é estar a construir as coisas e perceber as emoções que podem suscitar. Li o texto do Saramago com prazer e, depois, tentei fazer algo mais pictórico, no sentido mais tradicional. Pelo menos, o autor gostou e isso é um bom sinal.»

Obras de Pedro Proença na casa onde nasceu Fernando Pessoa
"A Passagem das Odes", uma exposição de 35 obras do pintor Pedro Proença organizada pela editora Assírio & Alvim, está presente a partir desta segunda-feira na casa onde Fernando Pessoa nasceu há 120 anos, no Largo de São Carlos, em Lisboa.
Lusa

A mostra, que pode ser vista na que é actualmente a sede da sociedade de advogados ABBC, é a primeira de um ciclo de exposições com que a Assírio & Alvim pretendem assinalar os 120 anos do nascimento de Fernando Pessoa (1888-1935), seguindo-se obras de Ilda David e uma colectiva sobre o autor de "Mensagem".
No mesmo espaço, vão estar igualmente disponíveis livros do poeta e de outros autores de poesia.
“A passagem das Odes” pode ser visitada até 6 de Fevereiro de 2009.
...Excertos da entrevista dada à revista Visão (n.º 826):
«Uma das coisas que fiz em 2008, foi capas de livros, nomeadamente a do último de Mia Couto (Venenos de Deus, Remédios do Diabo). Uma outra experiência foi o construir imensas letras para computador, para uso privado. Tem a ver com um desejo meu de trabalhar com a palavra, de fazê-la explodir de uma certa maneira, de criar um burburinho à volta da letra. Foi uma descoberta de que não estava à espera.»
«[A propósito da ilustração da edição especial de A Viagem do Elefante, de Saramago] Digo sempre que demoro mais tempo a ler um livro do que a ilustrá-lo. Para mim, o essencial é estar a construir as coisas e perceber as emoções que podem suscitar. Li o texto do Saramago com prazer e, depois, tentei fazer algo mais pictórico, no sentido mais tradicional. Pelo menos, o autor gostou e isso é um bom sinal.»

Comentários